Estresse: Pessoas Que Vivem Sob Tensão

Um estilo de vida dominado pelo stress, por exemplo um emprego onde não só determinadas fases mas também o dia-a-dia é de grande tensão, uma actividade que implica muitas tomadas de decisão, afastamento da família e dos amigos e sedentarismo, pode criar condições para uma situação de doença. A curto prazo, o stress pode causar dores de cabeça, dores nas costas e insónias. Mais alarmantes ainda são os estudos que revelam que o stress, fazendo-se sentir ao longo de um período de tempo dilatado, pode contribuir decisivamente para o desenvolvimento de problemas mais graves, entre os quais a diabetes, perda de memória, disfunção do sistema imunitário e redução da densidade óssea.


O stress da mulher durante a gravidez pode também afetar negativamente o desenvolvimento inicial da criança. Pense nestas outras associações entre o stress e doença:

Gripe. Foram realizados diversos estudos que provam que o stress profissional pode reduzir as defesas do sistema imunitário. Desta forma, é mais provável que a pessoa contraia gripe ou outras infecções quando está sob maior tensão.


Doença cardiovascular. Depois de medirem os níveis da tensão arterial, açúcar no sangue e colesterol, bem como de secreções hormonais e de gordura abdominal, alguns investigadores da Universidade Rockefeller concluíram que uma sobrecarga diária de stress, quando mantida ao longo do tempo, pode comprometer várias funções físicas e mentais e aumentar o risco de doenças cardiovasculares.

Ataque cardíaco. Investigadores da Universidade de Duke monitorizaram a circulação do sangue de doentes cardíacos depois de estes terem efectuado diversos cálculos matemáticos em contra-relógio e proferido palestras em frente de especialistas sem tempo suficiente para se prepararem. Muitos destes doentes reagiram com uma redução temporária do fornecimento de sangue ao coração — o que corresponde a uma maior probabilidade de virem a sofrer um ataque cardíaco no futuro. Além disso, na Universidade de Harvard, um outro grupo de investigadores chegou à conclusão de que as pessoas que têm fobias (graves) têm maior probabilidade de morrer por paragem cardíaca.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*